sexta-feira, 22 de maio de 2015

Hospital Universitário Ana Bezerra recebe novos servidores

(Sirleide Pereira – Ascom-reitoria/UFRN)

Trinta novos profissionais concursados foram chamados nessa última quinta-feira, 21, pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), para compor o quadro de servidores do Hospital Universitário Ana Bezerra (Huab-UFRN), integrante do complexo hospitalar da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) no município de Santa Cruz, Região Trairi do estado.

Com a convocação publicada pelo Diário Oficial da União e site da Ebserh, o Huab passa a ter mais cinco médicos de especialidades distintas, dois enfermeiros, quatro técnicos em enfermagem e de outras áreas, inclusive assistentes administrativos.

Os profissionais serão contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) pela Ebserh, empresa pública vinculada ao Ministério da Educação (MEC)

sábado, 16 de maio de 2015

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O capitão João Cavalcante Bezerra e seus dois Antonios




João Felipe da Trindade (jfhipotenusa@gmail.com)
Matemático, sócio do IHGRN e do INRG.
Em artigos anteriores já escrevemos sobres membros da família Bezerra Cavalcanti, citando inclusive o capitão João Cavalcante Bezerra, que neste artigo de hoje tem um destaque especial. Os Cavalcantis são antigos aqui no Brasil e se entrelaçam, principalmente, com Barbalho Bezerra, Rocha Bezerra e Albuquerque. No registro a seguir o vigário João Freire Amorim reclama da falta de alguns elementos na certidão que veio para ele.
Antonia, filha legítima do capitão João Cavalcante, natural de Pernambuco, e de sua mulher Dona Josefa Lourença Bezerra, natural da Freguesia de São João Baptista do Curato de Assú, e ambos assistentes e moradores desta Freguesia de Nossa Senhora da Apresentação do Rio Grande do Norte, neta por parte materna do coronel Antonio da Rocha Bezerra, natural da capitania da Paraíba, e de Josefa de Oliveira, natural desta dita Freguesia, e por paterna não sei precisar na certidão, e nem o dia, foi batizada com os santos óleos, na capela do Senhor Santo Antonio do Putegy, desta Freguesia, pelo Reverendo Padre Antonio de Sousa Magalhães, Vigário da Vila de Extremoz, de licença minha. Foram padrinhos Gonçalo Freire de Amorim, homem casado, e Maria Gomes Freire, mulher do sargento-mor Antonio da Rocha Bezerra, todos fregueses e moradores desta dita freguesia. João Freire Amorim, Vigário.
Esse registro é do ano de 1761. O sargento-mor Antonio da Rocha Bezerra era irmão de Dona Josefa Lourença. Quando ficou viúvo de Maria Gomes Freire casou  com Joana Cândida Ferreira de Mello, filha do sargento-mor Manoel Antonio Pimentel de Mello e Anna Maria da Conceição.
O capitão João Cavalcante Bezerra, além dessa filha de nome Antonia tinha mais dois filhos de nome Antonio, filhos de mães diferentes, Josefa Lourença da Rocha Bezerra e, depois (1777), Getrudes Thereza Ignácia de Sousa, filha de Francisco de Sousa e Oliveira e Tecla Rodrigues Pinheiro. Vejamos o casamento dos dois Antonios.
Aos trinta de janeiro de 1783, na Capela da Soledade, Antonio Cavalcante Bezerra, filho legítimo de João Cavalcante Bezerra e de Josefa Lourença, já defunta, casou com Maria de São José de Mello, natural desta cidade do Rio Grande, filha legítima do sargento-mor Manoel Antonio Pimentel de Mello e de Anna Maria da Conceição, já defuntos, ambos naturais deste Bispado de Pernambuco, na presença das testemunhas tenente-coronel Antonio da Rocha Bezerra e Manoel João da Silveira, todos moradores nesta Freguesia. Francisco de Souza Nunes, Vigário do Rio Grande.
Aos vinte e um de novembro de 1804, na Matriz, dispensados no segundo e terceiro graus de consanguinidade, Antonio Bezerra Cavalcante, filho legítimo de João Cavalcante Bezerra e de Getrudes Thereza Ignácia de Oliveira, falecida, casou com Getrudes Thereza de Sousa, filha legítima do capitão Antonio José de Sousa e Oliveira e de Dona Joanna Ferreira de Mello, falecida, na presença das testemunhas o capitão Luiz José Rodrigues Pinheiro e Joaquim Felício de Almeida, casados.
Uma filha de Antonio Cavalcante Bezerra e Maria de São José, de nome Mariana, nasceu aos dois de janeiro de 1788, e foi batizada aos dezesseis do mesmo mês e ano, na capela de Nossa Senhora da Aldeia Velha, tendo como padrinhos o alferes Anselmo José de Faria e sua mulher Marianna da Rocha Bezerra. Dona Marianna era filha do coronel Antonio da Rocha Bezerra e Josefa Leite de Oliveira, e, portanto, irmã de Josefa Lourença, mãe de Antonio.
Antonio, filho do tenente Antonio Cavalcante Bezerra, e de Maria de São José, nasceu aos 12 de novembro de 1794, e foi batizado, na capela de Nossa Senhora da Soledade, ao 1 de dezembro do mesmo ano, tendo como padrinhos, Josefa, solteira, filha da viúva Dona Joanna Ferreira de Mello.
Um nome que se repete, por várias gerações, nessa família é Leonardo. Antonio Cavalcante Bezerra e Maria de São José tiveram um filho com esse nome, nascido aos treze de maio de 1788 e batizado, na capela de Santo Antonio do Potegi, aos dois de julho do mesmo ano, tendo como padrinhos Gonçalo Pinheiro Teixeira e dona Mariana da Rocha. Leonardo Bezerra Cavalcante casou com Bernardina Josefa de Moraes filha de Vito Antonio de Moraes e Anna Pedroza.
De Antonio Bezerra Cavalcante e Getrudes Thereza de Souza nasceu João, aos quatorze de fevereiro de 1809 e, foi batizado aos dezesseis de fevereiro do mesmo ano, na capela de São Gonçalo, tendo como padrinhos João Cavalcante Bezerra e Dona Zenóbia Bezerra Cavalcante.
Outro filho de Antonio e Getrudes, Thomas,  foi batizado na Capela de São Gonçalo, aos 9 de março de 1815, sendo padrinhos Antonio Cavalcante Bezerra e sua mulher Maria Cassemira.
Em 19 de novembro de 1879, nasceu João Cavalcante Bezerra, filho de João Cavalcante Bezerra e Dona Getrudes Thereza Ignácia de Oliveira, e foi batizado no mesmo ano, tendo como padrinhos os avós maternos, Francisco de Sousa e Tecla Rodrigues. Vinte anos depois, aos 10 de outubro de 1799, ele casou, na capela do Senhor Bom Jesus das Dores, com Maria Magdalena de Jesus, filha do tenente José Rodrigues Pinheiro e Thereza de Jesus, sendo presentes por testemunhas o capitão Antonio José de Sousa e o capitão João Cavalcante Bezerra.
Dona Getrudes Threza Ignácia de Sousa faleceu seis anos depois do seu casamento com João Cavalcante Bezerra, na idade de 30 anos.




Jaime Quirino, de Caicó, faleceu em Brasília.

Estive em Brasília a trabalho no inicio da semana, voltei na quarta (13), à noite, mas foi ontem que recebi uma ligação de Revil Alves me dizendo da morte de Jaime Quirino. Não sabia, disse a ele, e lamentamos a triste noticia. Segundo Revil, Jaime, 68 anos, foi encontrado morto no apartamento onde morava na Asa Sul da capital federal. Ele era casado com Yolanda, nascida em Brejo do Cruz, na Paraíba, irmã da mulher de José Valle que também moram em Brasília.

Jaime tinha formação em engenharia e foi da equipe pioneira da Rádio Rural de Caicó, inaugurada em 1º de maio de 1963. Seu pai, Quirino era fotógrafo profissional em Caicó, e seu irmão Jorge “Ratinho”, faleceu ainda jovem, de meningite, em 1974, acadêmico de engenharia. Sua irmã, Joselita, é arquiteta e mora em Natal. Que Deus em sua infinita misericórdia lembre-se de sua alma e descanse em paz.
  
Transcrevo, abaixo, uma prosa de outro caicoense, o jornalista Orlando Caboré, com post no Blog Bar de Ferreirinha em 2010:

CONVERSA DE BAR

O flatulento

Essa foi contada pelo próprio Orlando Caboré Rodrigues, no seu blog O Caboré.

Júlio Rodrigues, meu pai, gostava de jogar um pif-paf na casa do amigo Quilon Batista. A vida segue, mas o velho adoece e morre acometido de problemas cardíacos.

Seis horas da manhã de um sábado, chega Jaime Quirino na Rádio Rural com a triste notícia:
- Cabora! Seu Quilon morreu de madrugada!
Gelei.
A ressaca da carraspana na noite anterior nos barracos da feira passa de repente.
Mas, as cólicas, não.
Rumamos pra casa do grande amigo do meu pai.
Ainda havia pouca gente.
Solidarizamo-nos com todos, e voltamos à sala de entrada.
Dada a localização no meio da feira semanal, a casa encheu-se de gente.
A cólica apertou, saí de fininho empurrando os que estavam na minha frente, mas não deu pra segurar: a sola saiu quente, deixando a marca do Zorro na cueca.
Uma senhora, cumadre do falecido, reclama:
- Amiga, a que horas o cumpadre Quilon morreu?
A outra mulher responde, já com um lenço tapando o nariz:
- De madrugada, por que mulher?
- Affe Maria! Pois já tá fedendo!


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 5/15/2015 05:31:00 PM

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Acary vai discutir Museus.

A partir do dia 18, começa em Acari a programação da 13ª Semana dos Museus, com a temática: “Museus para uma sociedade sustentável” e se estenderá até o dia 22 de maio com vasta programação, promovida pelo Museu Histórico de Acari, que comemora 25 anos, e realização da Prefeitura e apoio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. No primeiro dia da programação, uma palestra do professor-doutor Marcos Antonio Leite Nascimento, para apresentação do Projeto Geoparque Seridó.

PROGRAMAÇÃO

18/05 (2ª Feira) – 19h – Abertura da 13ª SEMANA DE MUSEUS
Palestra de abertura - Tema: Geoparque Seridó: realidades e desafios.
Palestrante: Dr. Marcos Antonio Leite do Nacimento
Doutor em Geodinâmica pela UFRN
Local: - Municipal Clube de Acari.

19 a 21/05 – 8h às 11:30h: Visitas guiadas no Museu Histórico e Concurso de Poesias nas escolas.
19/05 (3ª Feira) – 9h: Inauguração da Galeria Gargalheira.
Local: Museu Histórico de Acari
20/05 (4ª Feira) – 10h às 11:30h: Palestra - Tema: Gargalheiras, cenário produtivo de transformações sociais (TCC).
Palestrante: Alani Oliveira Vital
Local: - Municipal Clube de Acari.
21 a 22/05: Visitação dos alunos aos açudes Oiticicas e Marechal Dutra (Gargalheira).

22/05 (6ª Feira) - 10h: Encerramento no Museu Histórico de Acari com entrega de premiação dos colocados no Concurso de Poesias.















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domingo, 10 de maio de 2015

O Açude e a dor da indiferença.

Por Fernando Antonio Bezerra*

Era uma vez uma cidade nordestina que tinha um açude. Era um lindo açude que, cheio, espalhava água por recôncavos e planícies brotando esperança e gerando vida!

À cidade foi dado um nome: Ociac. Ao seu formoso açude também foi dado um outro sugestivo nome: Snati.
Não foi fácil construir o Açude. Reuniram-se centenas de trabalhadores em uma época onde não existiam máquinas potentes. Era a força do trabalhador aliada a rusticidade de animais e alguns poucos veículos sob um comando alemão. O Açude foi construído. Nunca foi gravemente danificado. Suportou invernos e memoráveis sangrias d’água. Foi durante décadas a maior alegria da cidade...

Mas, a estiagem prolongada foi despindo o velho Açude que, constrangido, parecia ter vergonha de se mostrar. A terra, antes escondida pela verve da água, aflorou em bancos de areia, tornando impossível a travessia, a pesca, o mergulho, o empréstimo para as fruteiras e capineiras. A água, antes reinante, deu lugar a sisudez da terra que, seca, infelizmente, apenas recepciona o cansaço, a angústia e a incerteza.

Nos tempos de Seca, contudo, poderiam ter revitalizado o velho Açude. É natural que a água, nos invernos, traga partículas de areia e, pouco a pouco, diminua a capacidade de armazenamento do reservatório. O Açude, como qualquer outro empreendimento, precisa de cuidados, manutenção e reparos. Dizem, os mais velhos, que a Seca pode ser uma rica oportunidade para manutenção, ampliação e construção de reservatórios d’água. Poucos, entretanto, aproveitam a Seca.

O velho Açude, enfim, assistiu a tudo com a mesma fidalguia, esperando que o homem, qualificado pelas letras universitárias e ungido como autoridade, promovesse sua modesta recuperação. Não o fez. Infelizmente. Na cidade Ociac tinha mobilização para tudo, desde jogo de bozó até o mais alto interesse, mas faltou a defesa do Açude que tantas alegrias havia lhe dado.

A Seca impiedosa foi se repetindo, mudando valores, impondo hábitos, deixando quase ao abandono a dor do Açude que se viu abandonado pelas águas e pelos amigos. A Seca é feroz e, quando chega, bate em todas as portas, sem qualquer distinção.
O Açude, por sua vez, sangrando pela indiferença do homem e pela dor da Seca, resignadamente, aceitou seu destino. A Seca lhe tirou tudo!

Açude seco, terreno,
Só mesmo quem te conhece
Pensa em fazer uma prece
Pra que o sol fique ameno;
E a chuva que abastece
Ver se logo em ti desce
Este é o melhor aceno.
(Walter Medeiros, DRT RN)

Hoje, com limitações, a estória foi genericamente contada e serve como um primeiro alerta. Seria muito bom que ao final do artigo as perspectivas fossem diferentes, mas, pelo ouvimos até hoje, também o Açude Itans, lamentavelmente, está secando em decorrência da grave e atual estiagem que começou em 2012.

*Fernando Antonio Bezerra é seridoense de Caicó

-Com post no Blog Bar de Ferreirinha

quarta-feira, 6 de maio de 2015

terça-feira, 5 de maio de 2015

A família Aquilar Bezerra




João Felipe da Trindade (jfhipotenusa@gmail.com)
Matemático, sócio do IHGRN e do INRG
Minha tia-bisavó, Maria da Conceição da Costa Bezerra, filha de Alexandre Avelino da Costa Martins e Anna Francisca Bezerra, casou, no Sítio Carapebas, em 1882, com Antonio Machado Alves Bezerra, filho legítimo de Vicente Machado de Aquilar Bezerra e Ignácia Maria Xavier Bezerra, com dispensa de consanguinidade. Nos registros da Igreja não encontrei, até agora, outra qualquer família com esse sobrenome Aquilar, aqui no Rio Grande do Norte. Esse Alves, que aparece como sobrenome de Antonio, também, não descobri a origem. No batismo de Antonio e Francisca, a seguir,  verificamos como de registro para registro há variação no nome das pessoas, o que em alguns casos dificulta a pesquisa genealógica.
Francisca Rita Xavier de Maria, que nasceu em Macau, era filha de Vicente Machado de Aquilar Bezerra e Ignácia Francisca Xavier Bezerra, e casou com o viúvo Francisco Xavier de Oliveira Bello, filho de meu tio-trisavô,  Gonçalo José Barbosa, e Marianna Rosa da Silva.
Vejamos o registro de outro de Vicente e Ignácia: Antonio, branco, filho legítimo de Vicente Machado de Aquilar e Ignácia Francisca Bezerra, meus fregueses, nasceu a 22 de setembro de 1851, e foi por mim solenemente batizado no Sítio Curral dos Padres a 29 de novembro do dito ano, sendo padrinhos Alexandre Francisco da Costa Bezerra e Maria Catharina de Sena. Felis Alves de Souza.
Um dos filhos do casal Antonio Machado e Maria da Conceição foi Claudiana, que era avó dos escritores Paulo de Tarso e Bartola. No dia 13 de abril batizei solenemente no Sítio Curral dos Padres, nesta Freguesia, a Claudiana, natural desta mesma Freguesia, sendo padrinhos Vicente Machado de Aquilar Beserra, e Anna Francisca Bezerra, por sua procuradora Joaquina Francisca Xavier Bezerra, nascida aos 25 de Fevereiro do dito ano, e filha legítima de Antonio Machado Alves Bezerra, e Maria da Conceição da Costa Bezerra, livres, brasileiros, e moradores nesta Freguesia, sendo as profissões, do pai = criador, e da mãe = ocupação doméstica. O Vigário Felis Alves de Sousa.
Dessa família Aquilar Bezerra, o registro mais antigo que encontrei foi de Vicência Francisca de Aquilar Bezera, que casou com meu tio-tetravô José Alexandre Solino da Costa: Aos treze de agosto de mil oitocentos, e trinta e quatro, pelas doze horas do dia, depois de obtida a dispensa do impedimento de segundo grau duplicado de sanguinidade e, atingente ao primeiro, e tendo precedido as canônicas denunciações, sem impedimento, confissão, exame de doutrina cristã, ajuntei em matrimônio e dei as bênçãos nupciais aos meus paroquianos José Alexandre Solino, e Vicência Francisca, naturais, e moradores nesta Freguesia, ele filho legítimo de Antonio Barbosa, já falecido e sua mulher Claudiana Francisca Beserra, sendo testemunhas João Evangelista, e Agostinho Barbosa, casados, que comigo assinaram o assento, que fiz na Fazenda Carapebas, desta Freguesia. Luiz Teixeira da Fonseca. Vigário Interino.
Infelizmente, no registro acima, não aparecem os nomes dos pais da nubente, mas pelo grau de consanguinidade, José Alexandre era primo ou tio de Vicência, ou vice-versa. Como ela faleceu em 1879, com 70 anos, deve ter nascido por volta de 1809. Não pude encontra a relação de Vicência com Vicente Machado. Os nomes completos dos nubentes encontramos no batismo a seguir: Francisca, filha de José Alexandre Solino da Costa e Vicência Francisca de Aquilar Bezerra nasceu aos 26 de agosto de 1848 e foi batizada aos oito de dezembro do mesmo ano, na Capela de Nossa Senhora da Conceição de Guamaré, tendo como padrinhos Rufino Álvares da Costa e Joanna Martins de Miranda.
Uma filha de José Alexandre e de Vicência tinha o mesmo nome da avó paterna, Claudiana Francisca Bezerra. Ela foi casada com meu tio-bisavô, o cadete José Avelino Martins Bezerra.
Acredito que Vicente Ferreira de Aquilar Bezerra era filho de Vicente Machado. Ele e uma irmã de nome Joana Maria Xavier Bezerra foram padrinhos de batismo em 1873, na capela do Rosário. Em 1905, casava um Vicente Ferreira de Aquilar Bezerra com Luiza Bezerra Grilo, em Carapebas.
Em 17 de dezembro de 1891 falecia Joanna Francisca de Aquilar Bezerra, com 38 anos de idade, casada que era com Leocádio Francisco da Costa Bezerra.
Nos livros de dispensas matrimoniais, encontrei a dispensa de 4º grau de consanguinidade para o Francisco Machado  Alves Bezerra e Francisca das Chagas Xavier da Silva. Não encontrei o casamento deles. Tenho recebido algumas informações desencontradas sobre descendentes deles. Oportunamente, com mais precisão falarei sobre esse casal. Acredito que esse Francisco era filho de Antonio Machado Alves Bezerra e Maria da Conceição.
Bartholomeu em Afonso Bezerra, ao lado do busto do cadete José Avelino